Bruno Uvini pode trocar o São Paulo pela Lazio após Olimpíadas

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Por Charley Gima

A janela de transferência começa a se abrir e desmontar os times do Brasil. A bola da vez parece ser Bruno Uvni, zagueiro do São Paulo e da Seleção Olímpica e uma das crias do CT de Cotia, reduto das categorias de base do São Paulo.

Fatos dão conta de que  o jogador Bruno Uvni pode nem voltar para o clube após as Olimpíadas de Londres. Convocado pelo técnico Mano Menezes para a disputa do torneio de futebol, o jogador tem nas mãos uma oferta do Lazio (ITA) e está propenso a aceitá-la pela falta de perspectiva no Tricolor.

A oferta do Lazio gira em torno de € 4 milhões (R$ 9,6 milhões). Esse valor seria dividido entre São Paulo (50%) e grupo Pão de Açúcar, que detém a outra metade.

Pro São Paulo não é mal negócio, já que Bruno Uvni não está sendo aproveitado e o elenco do São Paulo tem hoje sete zagueiros. Além de Uvini, fazem parte Rhodolfo, João Filipe, Edson Silva, Paulo Miranda, Luiz Eduardo e o recém contratado Rafael Toloi. É quase certo a saída de Paulo Miranda, mas essa concorrência pela vaga de titular faz com que Bruno Uvni busque uma melhor alternativa para sua carreira.

– Tenho 21 anos e preciso jogar. Um atleta de futebol profissional precisa atuar pelo menos em 45, 50 partidas no ano. Respeito todos os meus companheiros, mas quero jogar e não sei se isso será possível aqui no São Paulo. Tenho uma oferta oficial nas mãos e que ainda não foi repassada ao clube. Quando voltar da Olimpíada, vamos resolver essa questão – afirmou.

Outra coisa que desagradou Bruno Uvini foi a falta de valorização. Vários atletas da base tiveram seus contratos renovados depois que subiram ao time de cima. Casos de Lucas, Casemiro, Wellington, Luiz Eduardo, Henrique Miranda, entre outros. Com o defensor, não ocorreu o mesmo tratamento.

– Sem dúvida, foi um pouco decepcionante porque a alegação que foi dada que eu ainda sou um atleta da base. Estou há dois anos no time profissional. Mas agora não é o momento de pensar nisso. Meu foco está totalmente voltado para o torneio olímpico, é a maior chance da minha carreira e preciso estar totalmente focado nisso – ressaltou.

Ney Franco, é o único que pode fazer o jogador mudar de ideia. O treinador conhece como poucos o defensor, que foi capitão da seleção brasileira sub-20 no sul-americano e no mundial, ambos disputados no ano passado e vencido pela equipe comandada pelo novo treinador são-paulino.

– Ele me conhece como ninguém e apostou no meu futebol no ano passado. Preciso ver o que ele pensa. Mas, volto a dizer, preciso jogar, preciso estar em atividade. A carreira do jogador de futebol é curta e não posso ficar bobeando. Na volta de Londres, tudo irá se resolver – disse.

Fonte: Globo.com

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